Halitose (Mau Hálito)
Dr. Francisco Amaral é um dos primeiros médicos a investir na investigação científica do tratamento do mau hálito e vem se especializando também nesse segmento médico: halitose que foi reconhecida como especialidade pelo MEC.
Em sua clínica conta com laboratório de pesquisa, destacando-se o cromatógrafo gasoso; aparelho cuja função é a medição dos compostos de enxofre que são exalados no mau hálito. Assim tem a possibilidade de seguir o paciente até a sua cura.
Sabe-se que a halitose necessita ser desmistificada, não apenas na população, mas também nos profissionais da saúde, já que o ensino médico e odontológico deixa uma importante lacuna nesse assunto. Na certeza de colaborar com a reabilitação social de inúmeras pessoas investimos nesse projeto.
Podemos dizer que o problema da halitose é tão antigo quanto o próprio homem. A halitose afeta aproximadamente 40% da população mundial, sendo estranho que com um número tão grande de pessoas atingidas seu tratamento seja de certa forma, um tabu. A halitose é um problema com conseqüências sociais e físicas tão sérias e trágicas que só quem a possui sabe avaliar as dificuldades que enfrenta. Através dos séculos, vários esforços têm sido realizados para resolver ou tentar lidar com a halitose, porém com resultados práticos não muito efetivos.
Geralmente os portadores de halitose crônica já tentaram, de forma exaustiva, encontrar ajuda para este mal, através dos mais variados caminhos (profissionais da medicina e odontologia e outros, como até, por exemplo, guias religiosos) sem grande resultado. O motivo de não se ter obtido os resultados desejados se deve ao fato da maioria dos profissionais, por diferentes razões, não possuir conhecimento suficiente sobre o assunto. Além disso, geralmente esses pacientes já experimentaram os mais diversos produtos disponíveis no mercado e de uso caseiro, como enxaguantes bucais, goma de mascar, pastilhas de menta, entre outros, costumam agir mais como mascaradores e, com efeito, pouco duradouro.
Com um suporte técnico e uma inovadora investigação científica trouxemos para o norte de Santa Catarina a tecnologia e o conhecimento de um revolucionário tratamento de halitose. Onde o paciente passará pela indispensável análise e exame clínico minucioso, seguindo um Protocolo de Atendimento Clinico para prevenção e tratamento do mau hálito.
O mau hálito não é uma doença, e sim uma entidade clínica que se manifesta como um sinal e/ou sintoma decorrente de alterações fisiológicas, adaptativas e/ou patológicas
* I. Alterações patológicas:
» Sistêmicas: intestinal, hepática, pulmonar, renal, estomacal, diabetes, hormonal e outros.
» Locais, que podem ser:
» de origem bucal: doença periodontal, cáries, lesões de mucosa bucal, cicatrizações de feridas cirúrgicas, neoplasias, miíases, higiene bucal
precária, etc.
» de origem das vias aéreas superiores: amigdalite, faringite, sinusite,
adenóides, rinite, corpos estranhos nas fossas nasais e criptas amigdalianas,
etc.
* II. Alterações fisiológicas:
» halitose da manhã, da fome, alterações morfológicas da língua, etc.
* III. Processos adaptativos:
» halitose por dieta hipocalórica, jejum, intervalos longos entre as refeições, exercícios físicos violentos, etc.
» halitose por eliminação de odorivetores produzidos pelo uso de produtos aromáticos como medicamentos e alimentos de odor carregado
Atualmente sabemos que há mais de 50 causas de halitose. Mas a cavidade oral é a grande causadora. Sendo a saburra lingual sua maior representante. Geralmente a causa do mau hálito é multifatorial e também multidisciplinar. Assim uma investigação pode ser necessária por uma equipe com gastroenterologista, otorrinolaringologista e periodontista.
Em sua clínica conta com laboratório de pesquisa, destacando-se o cromatógrafo gasoso; aparelho cuja função é a medição dos compostos de enxofre que são exalados no mau hálito. Assim tem a possibilidade de seguir o paciente até a sua cura.
Sabe-se que a halitose necessita ser desmistificada, não apenas na população, mas também nos profissionais da saúde, já que o ensino médico e odontológico deixa uma importante lacuna nesse assunto. Na certeza de colaborar com a reabilitação social de inúmeras pessoas investimos nesse projeto.
Podemos dizer que o problema da halitose é tão antigo quanto o próprio homem.
Geralmente os portadores de halitose crônica já tentaram, de forma exaustiva, encontrar ajuda para este mal, através dos mais variados caminhos (profissionais da medicina e odontologia e outros, como até, por exemplo, guias religiosos) sem grande resultado. O motivo de não se ter obtido os resultados desejados se deve ao fato da maioria dos profissionais, por diferentes razões, não possuir conhecimento suficiente sobre o assunto. Além disso, geralmente esses pacientes já experimentaram os mais diversos produtos disponíveis no mercado e de uso caseiro, como enxaguantes bucais, goma de mascar, pastilhas de menta, entre outros, costumam agir mais como mascaradores e, com efeito, pouco duradouro.
Com um suporte técnico e uma inovadora investigação científica trouxemos para o norte de Santa Catarina a tecnologia e o conhecimento de um revolucionário tratamento de halitose. Onde o paciente passará pela indispensável análise e exame clínico minucioso, seguindo um Protocolo de Atendimento Clinico para prevenção e tratamento do mau hálito.
O mau hálito não é uma doença, e sim uma entidade clínica que se manifesta como um sinal e/ou sintoma decorrente de alterações fisiológicas, adaptativas e/ou patológicas
* I. Alterações patológicas:
» Sistêmicas: intestinal, hepática, pulmonar, renal, estomacal, diabetes, hormonal e outros.
» Locais, que podem ser:
» de origem bucal: doença periodontal, cáries, lesões de mucosa bucal, cicatrizações de feridas cirúrgicas, neoplasias, miíases, higiene bucal
precária, etc.
» de origem das vias aéreas superiores: amigdalite, faringite, sinusite,
adenóides, rinite, corpos estranhos nas fossas nasais e criptas amigdalianas,
etc.
* II. Alterações fisiológicas:
» halitose da manhã, da fome, alterações morfológicas da língua, etc.
* III. Processos adaptativos:
» halitose por dieta hipocalórica, jejum, intervalos longos entre as refeições, exercícios físicos violentos, etc.
» halitose por eliminação de odorivetores produzidos pelo uso de produtos aromáticos como medicamentos e alimentos de odor carregado
Atualmente sabemos que há mais de 50 causas de halitose. Mas a cavidade oral é a grande causadora. Sendo a saburra lingual sua maior representante. Geralmente a causa do mau hálito é multifatorial e também multidisciplinar. Assim uma investigação pode ser necessária por uma equipe com gastroenterologista, otorrinolaringologista e periodontista.