A Halitose ocorre em Ph alcalino e neutro e é inibido pela acidez
Fundamentais - Presença de bactérias G (-) Anaeróbicas
- Presença de aminoácidos
- Efeitos Estimulatórios
- pH , pO2 e potencial de óxido-redução
- Presença de aminoácidos
- Efeitos Estimulatórios
- pH , pO2 e potencial de óxido-redução
A microbiota oral
Bactérias Sacarolíticas
Assacarolíticas (proteolíticas)
Prevotella intermédia e o Fusobacterium nucleatum podem utilizar carbohidratos e proteínas
A microbiota periodontopatogênica
Treponema denticula e Phorphyromonas gingivalis são os mais importantes na formação de microbiota fétida.
BASES BIOLÓGICAS DA FORMAÇÃO DA HALITOSE
Na presença de glicose o Eh elevou-se +470 mV
- É atribuído a formação do peróxido de hidrogênio quando a glicose é utilizada pelas bactérias na presença de oxigênio.
- Aminoácidos como substratos bact. Gram [-] => O2
- Degradação de certos aminiácidos são essenciais para a produção do mau hálito.
- Modelos "in vitro" como o de sedimento salivar preparado a partir da saliva total contribui para a compreensão dos processos envolvidos na produção do mau hálito.
Bactérias Sacarolíticas
Assacarolíticas (proteolíticas)
Prevotella intermédia e o Fusobacterium nucleatum podem utilizar carbohidratos e proteínas
A microbiota periodontopatogênica
Treponema denticula e Phorphyromonas gingivalis são os mais importantes na formação de microbiota fétida.
BASES BIOLÓGICAS DA FORMAÇÃO DA HALITOSE
Na presença de glicose o Eh elevou-se +470 mV
- É atribuído a formação do peróxido de hidrogênio quando a glicose é utilizada pelas bactérias na presença de oxigênio.
- Aminoácidos como substratos bact. Gram [-] => O2
- Degradação de certos aminiácidos são essenciais para a produção do mau hálito.
- Modelos "in vitro" como o de sedimento salivar preparado a partir da saliva total contribui para a compreensão dos processos envolvidos na produção do mau hálito.
PCR na saliva - determinação de bactérias periodontopatogênicas
Bacterioides forsythus, Phorphyromonas gingivalis , Prevotella intermedia e Actinobacillus actinomycetomcomitans (Awano e cols 2002)
Correlação significativa com níveis de Metilmercaptana em pacientes com Halitose com e sem doença periodontal
Substrato para algumas cepas bacterianas:
- Fusobactérium nucleatum
- Haemóphilus parainfluenza
- Veillonella alcalescens
- Phorphyromonas gingivalis
- Prevotella intermedia
EFEITOS ESTIMULATÓRIOS PARA HALITOSE
São determinados pelo metabolismo bacteriano
São determinados pelo metabolismo bacteriano
pH – Halitose relaciona-se com pH alcalino e é inibida pela acidez
Ex: putrefação de material proteico e Fermentação de açucares
pO2 – Esgotamento do consumo de O2
Potencial de óxido-redução – Alterações no pH e/ou pO2 alteram o potencial de óxido redução
Ex: putrefação de material proteico e Fermentação de açucares
pO2 – Esgotamento do consumo de O2
Potencial de óxido-redução – Alterações no pH e/ou pO2 alteram o potencial de óxido redução
Halitose imaginária (halitofobia)
-Vários estados psicológicos:
*Ilusão
*Hipondria
*Desordens obcessivo-compulsivas
*Síndrome da referência olfatória
*HALITOFÓBICOS SE PREOCUPAM EM TER HALITOSE CONSTANTEMENTE
*APRESENTAM CUIDADO BUCAL OBCESSIVO
*PERDEM DÉCADAS DE ISOLAMENTO
*PERMITEM A EXTRAÇÃO DOS DENTES
*PODEM ATÉ MESMO COMETER SUICÍDIO
TRATAMENTO DA HALITOSE FISIOLÓGICA
A saúde bucal é a condição básica para o controle do mau odor bucal.
O tratamento da halitose fundamenta-se em duas abordagens:
1 – Redução na disponibilidade de nutrientes
- Ação sobre a saburra lingual
- Avaliação da saliva
2 – Redução da carga bacteriana
Ação sobre higiene oral deficiente, doença periodontal e cáries
Uso de antimicrobianos Enxaguantes e antibióticos orais
Uso de probióticos
Antimicrobianos Utilizados no Tratamento da Halitose
- Óleos aromáticos
- Bicarbonato de sódio
- Peróxido de hidrogênio
- Perborato de sódio monohidratado
- Gluconato de clorexidina
- Gluconato de clorexidina
- Cloreto de benzalcônio
- Clorito de sódio
- Clorito de sódio
- Clorato de sódio
- Tween 60
- Tween 60
- HalitaAE (clorexidina, cloreto de cetilpiridínio e lactato de zinco)
- Bicarbonato de sódio e zinco
- Breathnol (mistura de temperos aromáticos e comestíveis)
- Ozônio
- Breathnol (mistura de temperos aromáticos e comestíveis)
- Ozônio
- Extratos de chá de Taiwan
- Cloreto de cetilpiridínio
- Cloreto de cetilpiridínio
- Dióxido de cloro
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| Em Tratamento com Dióxido de Cloro |
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| Interrupção do Tratamento com Dióxido de Cloro |
- Em enxaguantes onde o dióxido de cloro vem associado ao cloreto de cetilpiridínio, a interação do clorito de sódio (de natureza aniônica e fortemente oxidante) com o cloreto de cetilpiridínio (que é catiônico) resulta em liberação do oxigênio.
- O cloreto de cetilpiridínio possui a capacidade de desnaturar proteínas e destruir microrganismos.
- Depois que o oxigênio foi liberado devido à interação entre o clorito de sódio e o cloreto de cetilpiridínio, tem lugar a oxidação dos microrganismos anaeróbios, preservando, no entanto, os sistemas aeróbios dos tecidos bucais.
- CONTROLE BIOLÓGICO – PRESERVANDO A MICROBIOTA NATURAL.

- Dificuldade para mastigar, engolir, ou falar
- Mau hálito
- Cárie dental, erosão dental e doença gengival
- Lábios rachados
- Língua áspera, ressecada
- Feridas bucais e úlceras
- Sensação de queimação na boca
- Candidíase bucal
- Sono interrompido por causa da sede
COMPOSIÇÃO DA MUCINA NA SALIVA
aa.:
- CISTINA
- CISTEÍNA
- METIONINA
- Precursores do H2S e METIL MERCAPTANA
- CISTEÍNA
- METIONINA
- Precursores do H2S e METIL MERCAPTANA
-Cisteína salivar pode ser considerado um marcador confiável da severidade de dano aos tecídos bucais.
Teste de Sialometria
1- Sialometria em Repouso
2- Sialometia Mecânica
3- Sialometria Farmacológica
2- Sialometia Mecânica
3- Sialometria Farmacológica
- Volume salivar,
- Viscosidade
- Turbidez
- Coloração
- Odor
- Viscosidade
- Turbidez
- Coloração
- Odor
Tratamento fluxo salivar reduzido / Xerostomia
AUMENTO DA MUCINA POR REDUÇÃO DO FLUXO SALIVAR
1- SIALOGOGOS MECANICOS – hiperbolóide
2- SIALOGOGOS GUSTATÓRIOS- alimentos salgados, azedos tipo limão, ameixa umebóide
3- SIALOGOGOS FARMACOLÓGICOS – pilocarpina, betanecol.
2- SIALOGOGOS GUSTATÓRIOS- alimentos salgados, azedos tipo limão, ameixa umebóide
3- SIALOGOGOS FARMACOLÓGICOS – pilocarpina, betanecol.
HIPERBOLÓIDE
Instrumento de Mastigação
Descrição:
O Hiperbolóide é um instrumento de mastigação usado como auxiliar na Terapêutica Ortopédica Funcional dos Maxilares.
O Hiperbolóide é uma borracha de silicone com forma hiperbólica, daí a sua fundamentação científica. Ele é atóxico, insípido e inodoro. Além de ser usado com a finalidade acima descrita, o seu uso se estende à área da salivação. Por conseguinte, ajuda a digestão e nutrição, assim como também auxilia na prevenção da cárie dentária, litíase salivar e no combate ao mau-hálito.
O Hiperbolóide é um instrumento de mastigação usado como auxiliar na Terapêutica Ortopédica Funcional dos Maxilares.
O Hiperbolóide é uma borracha de silicone com forma hiperbólica, daí a sua fundamentação científica. Ele é atóxico, insípido e inodoro. Além de ser usado com a finalidade acima descrita, o seu uso se estende à área da salivação. Por conseguinte, ajuda a digestão e nutrição, assim como também auxilia na prevenção da cárie dentária, litíase salivar e no combate ao mau-hálito.
Raspadores linguais
A escova não é eficiente para a remoção dos restos epiteliais e de bactérias no dorso da língua, mas existem raspadores linguais capazes de remover os resíduos. Com ele se remove a saburra da língua sempre de trás para frente. Segurar a ponta da língua com uma gaze para puxá-la um pouco para fora ajuda a operação e outra gaze pode ser usada para recolher os resíduos. No começo, a pessoa sente um pouco de náusea, mas ela diminui com o tempo e o autocontrole desenvolvido.
Tratamento halitose
- ANTIBIÓTIOTERAPIA
A higiene bucal inadequada desencadeia a proliferação migratória de bactérias anaeróbicas nos seus tecidos. As infecções anaeróbicas bucais têm sido tratadas com metronidazol ou clindamicina. O metronidazol é a droga de escolha para a doença periodontal por duas razões: Suscetibilidade dos anaeróbicos e ausência de resistência, podendo ser usado na gestação. Doxicilina é a droga de segunda escolha e a clindamicina a terceira (S).
- PROBIÓTICOS
Estudos preliminares indicam resultados promissores no tratamento com probióticos combinando-se enxaguantes com antimicrobióticos e o Streptococcus salivarius(C).
- Effects of Yoghurt on the Human Oral Microbiota and Halitosis K.
HOJO*, T. OHSHIMA, A. YASHIMA, K. GOMI, and N. MAEDA, Tsurumi University – Yokohama, Japan
- A redução do mau hálito seria causada por bactérias ativas no iogurte, especificamente Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermiphilus.
- Distribution and persistence of probiotic streptococcus salivarius k12 in the human oral cavity (oral microbiology immunology 2007).
- The rationale and potential for the reduction of oral malodour using Streptococcus salivarius probiotics (Oral Diseases (2005)
HOJO*, T. OHSHIMA, A. YASHIMA, K. GOMI, and N. MAEDA, Tsurumi University – Yokohama, Japan
- A redução do mau hálito seria causada por bactérias ativas no iogurte, especificamente Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermiphilus.
- Distribution and persistence of probiotic streptococcus salivarius k12 in the human oral cavity (oral microbiology immunology 2007).
- The rationale and potential for the reduction of oral malodour using Streptococcus salivarius probiotics (Oral Diseases (2005)
HALITOSE E O Trato Gastrointestinal (TGI)
- Divertículo de Zenker
- Estenose Pilórica
- CA de Esôfago e Gástrico
- Hepatopatias
- DRGE
- Helicobacter Pylori
- Disfunções Intestinais
- Balão Intrástrico e Gastroplastias (novas formas)
- DRGE
- Helicobacter Pylori
- Disfunções Intestinais
- Balão Intrástrico e Gastroplastias (novas formas)
GERD E HALITOSE
- ‘O primeiro provável mecanismo que justifica a GERD causar halitose é o dano direto que o conteúdo gástrico causa sobre a mucosa orofaríngea’.
- Mamed et all, 2004 – ‘Mosrtou que a prevalência de hipertrofia severa dos folículos finfóides encontrados na base da língua foi marcadamente aumentado de 1,6%, na população saudável, para 7,5% entre os pacientes com GERD’.
- Mamed et all, 2004 – ‘Mosrtou que a prevalência de hipertrofia severa dos folículos finfóides encontrados na base da língua foi marcadamente aumentado de 1,6%, na população saudável, para 7,5% entre os pacientes com GERD’.
Halitosis and gastroesophageal reflux disease (GERD): a possible association – M Moshkowitz, N Horowitz, M Leshno, Z Halpern – Oral Disease,2007.
Halitosis and gastroesophageal reflux disease (GERD): a possible association – M Moshkowitz, N Horowitz, M Leshno, Z Halpern – Oral Disease,2007.
CONCLUSÃO
‘HALITOSE É UM FREQUENTE SINTOMA DE GERD E PODE SER CONSIDERADA UMA MANIFESTAÇÃO EXTRA ESOFÁGICA DESTA DOENÇA’.
Uma forte correlação foi vista entre sintomas que representam tipicamente a GERD tais como azia (p=0,027), regurgitação (p=0,002), eructação (p=0,001) e GOSTO AZEDO (p<0,001) com HALITOSE.
Halitosis and gastroesophageal reflux disease (GERD): a possible association – M Moshkowitz, N Horowitz, M Leshno, Z Halpern – Oral Disease,2007.
CONCLUSÃO
‘HALITOSE É UM FREQUENTE SINTOMA DE GERD E PODE SER CONSIDERADA UMA MANIFESTAÇÃO EXTRA ESOFÁGICA DESTA DOENÇA’.
HELICOBACTER PYLORI E HALITOSE ASSUNTO POLÊMICO
1 – Em dispépticos independente da condição de presença ou ausência de H.p na mucosa gástrica, 97% dos pacientes são portadores de H.p na cavidade oral e na placa dentária.
Song,Q et cols - J. Med Microbiol 2000; 49:349-353
Thomaz,E et cols – The American J. Gastroent1997;
2 – A presença do H. pylori na cavidade oral é transitória ou esse microorganismo faz parte da microbiota oral?
3- Há fatores de risco favorecendo seu crescimento na cavidade oral?
ESTUDO DA CORRELAÇÃO ENTRE PACIENTES DISPÉPTICOS PORTADORES DE HELICOBACTER PYLORI NA MUCOSA GÁSTRICA E COMPONENTES SULFURADOS VOLÁTEIS
CONCLUSÃO:
*O aumento da concentração dos C S V na cavidade oral aumentam
a níveis patológicos concomitantemente com a presença do H. pylori
causando infecção gástrica.
Pacientes dispépticos que afirmam possuírem halitose na sua maioria também
são portadores desta bactéria no estômago.
GÁS E O TRATO GASTROINTESTINAL
DISFUNÇÕES INTESTINAIS









































